Bibliografia

COMISSÃO mundial sobre meio ambiente e desenvolvimento. Nosso futuro comum. Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas, 1991.

A sustentabilidade global foi definida no Relatório Brundtland – como ficou conhecido, mundialmente, o relatório Nosso futuro comum, de 1987, em homenagem a Gro Harlem Brundtland, Ex-Primeira Ministra da Noruega e Presidente da referida comissão – como a habilidade das sociedades para satisfazer as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das futuras gerações de atenderem a suas próprias necessidades.

KIPERSTOK, A. et al. Inovação como requisito do desenvolvimento sustentável. In: Revista eletrônica de administração: gestão ambiental e competitividade na empresa. Porto Alegre, Edição Especial 30, v. 8, n. 6, dez. 2002.

O artigo revisa a visão de diversos autores sobre a inovação e, mais especificamente, sobre a inovação ambiental. Procura esclarecer a influência da regulação ambiental sobre o processo inovativo e a necessidade de uma maior coerência entre políticas ambientais e de desenvolvimento tecnológico. Esse artigo faz parte de um trabalho maior, em elaboração, por solicitação do Núcleo de Estudos Avançados para o Meio Ambiente – NEAMA – do Centro de Recursos Ambientais da Bahia, que tem por objetivo desencadear um processo de discussão sobre a inovação ambiental e os caminhos para a sustentabilidade.

LEMOS, H. M. de e SALATI, E. Água e o desenvolvimento sustentável. In: Águas doces no Brasil. São Paulo: Escrituras, 1999.

Esse trabalho analisa a problemática da água doce nos diferentes setores da atividade da economia, os aspectos de saúde pública, de saneamento básico, os aspectos institucionais e jurídicos, as necessidades de monitoramento, os aspectos culturais e seu papel como fator de turismo.

ORSATO, R. J. Posicionamento ambiental estratégico: identificando quando vale a pena investir no verde. In:Revista eletrônica de administração: gestão ambiental e competitividade na empresa. Porto Alegre, Edição Especial 30, v. 8, n. 6, dez. 2002.

Esse artigo categoriza os tipos genéricos de estratégias ambientais corporativas. Há implicações imediatas para a teorização e a prática da gestão empresarial. Para os acadêmicos que trabalham no campo da gestão ambiental estratégica, o modelo pode facilitar a identificação dos construtos teóricos ou das variáveis empíricas para definição de proposições de perguntas de pesquisa ou hipóteses. Utilizado como esquema de classificação da estratégia ambiental corporativa, ele ajuda administradores a definirem e priorizarem áreas de ação organizacional, otimizarem o retorno econômico geral nos investimentos ambientais e o potencial para transformar esses investimentos em fontes de vantagem competitiva.

SCHMIDHEINY, S. et al. Mudando o rumo: uma perspectiva empresarial global sobre desenvolvimento e meio ambiente. Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas, 1992.

Esse livro orienta a empresa moderna no sentido de se armar dos recursos necessários para se transformar na empresa do futuro, e ainda aponta uma perspectiva global sobre desenvolvimento e meio ambiente.

Bibliografia do curso Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável – História da Questão Ambiental

Professor Haroldo Mattos de Lemos

Fundação Getulio Vargas

One Comments to “Bibliografia”

  1. Matheus disse:

    Olá Professor, boa tarde!
    Gostaria que disponibilizasse as bibliografias acima citadas. Estão matriculado no curso Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável – História da Questão Ambiental e não consigo encontrar os livros indicados em bibliotecas aqui da região. Venho ainda salientar que moro em uma cidade distante dos grandes centros e a biblioteca mais proxima fica apenas a 80 km de distância e que por isso o modo mais fácil para ter este material é via web.
    Muito grato!

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