<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Marcas Sustentáveis</title>
	<atom:link href="http://marcassustentaveis.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://marcassustentaveis.com.br</link>
	<description>Análise e divulgação de Marcas conforme seu compromisso com ações socioambientais</description>
	<lastBuildDate>Fri, 14 Oct 2011 22:50:42 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Arquitetura Sustentável</title>
		<link>http://marcassustentaveis.com.br/arquitetura-sustentavel/</link>
		<comments>http://marcassustentaveis.com.br/arquitetura-sustentavel/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 15:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pryzant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade física dos espaços]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto e execução de paisagismo para pequenos e grandes espaços]]></category>
		<category><![CDATA[Telhado e muro verdes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcassustentaveis.com.br/?p=145</guid>
		<description><![CDATA[
Antes de construir consulte um arquiteto verde, abaixo uma lista com os fundamentos da construção sustentável.
Os bons escritórios de arquitetura já trabalham com estes itens desde o planejamento da obra com excelentes resultados e otimização de custos impressionantes, principalmente no longo prazo.

Captação e reaproveitamento de águas pluviais;
Telhado e muro verdes;
Acessibilidade física dos espaços, inclusive do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div><a href="http://marcassustentaveis.com.br/wp-content/uploads/2011/09/arquiteturasustentavel.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-167" title="arquitetura sustentavel" src="http://marcassustentaveis.com.br/wp-content/uploads/2011/09/arquiteturasustentavel-300x212.jpg" alt="arquitetura sustentável" width="300" height="212" /></a>Antes de construir consulte um arquiteto verde, abaixo uma lista com os fundamentos da construção sustentável.</div>
<div>Os bons escritórios de arquitetura já trabalham com estes itens desde o planejamento da obra com excelentes resultados e otimização de custos impressionantes, principalmente no longo prazo.</div>
<ul>
<li>Captação e reaproveitamento de águas pluviais;</li>
<li>Telhado e muro verdes;</li>
<li>Acessibilidade física dos espaços, inclusive do edifício com o entorno;</li>
<li>Otimização da iluminação natural;</li>
<li>Otimização da ventilação natural;</li>
<li>Otimização do conforto térmico e acústico;</li>
<li>Captação de energia solar para geração de energia e aquecimento;</li>
<li>Automação para controle da iluminação artificial;</li>
<li>Ar condicionado ecológico;</li>
<li>Especificação de materiais ecologicamente corretos, certificados e recicláveis;</li>
<li>Especificação de equipamentos com o menor consumo e a melhor eficiência energética;</li>
<li>Projeto e execução de paisagismo para pequenos e grandes espaços;</li>
<li>Gerenciamento dos resíduos gerados em obra;</li>
<li>Respeito às normas técnicas e leis vigentes.</li>
</ul>
</div>
<p>Fonte:<a href="http://www.ferreiroegaspar.com.br"> Ferreiro e Gaspar Arquitetura</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcassustentaveis.com.br/arquitetura-sustentavel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Greenpeace aponta sujeira de grandes marcas</title>
		<link>http://marcassustentaveis.com.br/greenpeace-aponta-sujeira-de-grandes-marcas/</link>
		<comments>http://marcassustentaveis.com.br/greenpeace-aponta-sujeira-de-grandes-marcas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 15:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pryzant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Insustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Abercrombie and Fitch]]></category>
		<category><![CDATA[Adidas]]></category>
		<category><![CDATA[Calvin Klein]]></category>
		<category><![CDATA[Lacoste]]></category>
		<category><![CDATA[Li Ning]]></category>
		<category><![CDATA[Nike]]></category>
		<category><![CDATA[Puma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcassustentaveis.com.br/?p=154</guid>
		<description><![CDATA[
Algumas das grandes marcas do mundo utilizam fornecedores chineses que poluem rios com resíduos tóxicos proibidos na Europa e em outros lugares.
Adidas, Nike, Puma, Calvin Klein, Lacoste, Abercrombie e Fitch e Li Ning da China estão entre os nomes globais identificadas no relatório do Greenpeace após uma investigação de um ano.
O relatório centrou-se em dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://marcassustentaveis.com.br/wp-content/uploads/2011/09/marcassujas.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-160" title="marcas sujas" src="http://marcassustentaveis.com.br/wp-content/uploads/2011/09/marcassujas-300x214.jpg" alt="" width="210" height="150" /></a></p>
<p>Algumas das grandes marcas do mundo utilizam fornecedores chineses que poluem rios com resíduos tóxicos proibidos na Europa e em outros lugares.</p>
<p>Adidas, Nike, Puma, Calvin Klein, Lacoste, Abercrombie e Fitch e Li Ning da China estão entre os nomes globais identificadas no relatório do Greenpeace após uma investigação de um ano.</p>
<p>O relatório centrou-se em dois grandes fornecedores chineses, o Complexo Têxtil Youngor em Ningbo, no delta do rio Yangtze e o Well Dyeing Factory Ltd  perto de Hong Kong.</p>
<p>Todas as marcas mencionadas no relatório confirmaram que utilizam produtos de origem de um dos dois fornecedores chineses.</p>
<p>Sabrina Cheung, diretora de comunicações corporativas da Adidas, disse  que sua relação com Youngor estava restrita ao corte e costura de roupas.</p>
<p>&#8220;O Grupo Adidas não utiliza tecidos de origem de Youngor Group, que envolveria o uso de corantes, produtos químicos e seus processos de tratamento de água associados&#8221;, disse ela.</p>
<p>A Puma disse que também utiliza a Youngor para corte, costura e acabamento mas, de acordo com suas informações, utiliza a unidade opera em um local diferente.</p>
<p>Quando perguntado se terminariam seus relacionamentos de negócios com a Youngor, Puma e Adidas disseram que não.</p>
<p>&#8220;Onde encontramos fábricas com problemas, é a nossa prática e política trabalhar com eles para resolver e solucionar esses problemas&#8221;, disse um porta-voz da Adidas na Alemanha.</p>
<p>Em uma resposta ao relatório, a Nike confirmou que tem produtos com origem nas duas fábricas pertencentes ao Grupo Youngor, mas disse que não usou produtos químicos perigosos detectados nas descargas de águas residuais examinados pelo Greenpeace.</p>
<p>Por seu turno, Li Ning, disse: &#8220;Pedimos-lhes para investigar a sua descarga poluente imediatamente.&#8221;</p>
<p>QUÍMICA PESADA</p>
<p>O Geenpeace disse que as amostras colhidas das descargas de águas residuais das duas instalações, revelou a presença de metais pesados ​​e perigosos,  substâncias como alquilfenóis e produtos químicos perfluorados, que são restritos em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.</p>
<p>Os produtos químicos podem prejudicar os sistemas imunológico e endócrino, assim como o fígado, não são degradáveis ​​e não podem ser removidos por plantas de tratamento de água, e por isso foram eliminados em outros lugares</p>
<p>&#8220;Vamos trabalhar com o Greenpeace para encontrar uma solução&#8221;, disse um representante da Youngor.</p>
<p>Falta de água</p>
<p>A China identificou a água como um dos seus mais prementes problemas ambientais, com muitos dos seus principais rios contaminados por tóxicos das fábricas e fazendas.</p>
<p>Ministério do Meio Ambiente China disse  que 16,4 por cento dos seus rios principais nem sequer cumprem as normas exigidas para irrigar culturas.</p>
<p>&#8220;Nós achamos que o nosso governo realmente deveria agir rápido para desenvolver uma política. China está realmente ficando para trás porque isso já era um dos principais assuntos do mundo desenvolvido na década de 1970, e estamos apenas começando a reconhecer o problema.&#8221;</p>
<p>Por David Stanway</p>
<p>Reportagem adicional de Tyra Dempster e Bryan Victoria , em Frankfurt, edição por Ken Wills e Will Waterman</p>
<p>Versão português Luiz Pryzant</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcassustentaveis.com.br/greenpeace-aponta-sujeira-de-grandes-marcas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Roupas com pegada?</title>
		<link>http://marcassustentaveis.com.br/roupas-com-pegada/</link>
		<comments>http://marcassustentaveis.com.br/roupas-com-pegada/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 18:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pryzant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos sustentáveis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcassustentaveis.com.br/?p=149</guid>
		<description><![CDATA[Sim nossas roupas deixam pegadas de carbono e elas podem ser bem profundas, todo o processo de desenvolvimento de uma peça de vestuário pode ter impactos ambientais maiores ou menores conforme a forma com que são produzidos, os materiais que utiliza e até na forma com serão jogados fora.
A sustentabilidade é o cuidado que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim nossas roupas deixam pegadas de carbono e elas podem ser bem profundas, todo o processo de desenvolvimento de uma peça de vestuário pode ter impactos ambientais maiores ou menores conforme a forma com que são produzidos, os materiais que utiliza e até na forma com serão jogados fora.</p>
<p>A sustentabilidade é o cuidado que se busca ter durante todo o Ciclo de Vida do Produto em seus diferentes estágios.</p>
<p>De forma geral as fases de produção envolvem a produção e processamento de matérias-primas, fabricação, comercialização, uso e a gestão do descarte ao fim da vida dos produtos.</p>
<p>O processo de criação é um estágio importante, pois é na criação que todas estas etapas são planejadas, mas em minha opinião, a Decisão de Compra, ou a hora em que a gente vai escolher uma roupa ou sapato na loja, é a etapa mais importante de todas, quando escolhemos comprar um determinado produto ou ao contrário, deixarmos de comprar outro, podemos conscientemente apoiar ideias ambientalmente positivas e rejeitar produtos sem preocupações ecológicas.</p>
<p>As nossas decisões de compra vão servir como estatística para os estilistas conceberem, para a indústria produzir e para movimentar todo o comércio e o marketing em cima destes produtos.</p>
<p>Então cuidado com o que deseja, seus sonhos de consumo podem se tornar realidade, mas será que estes produtos fazem parte de um futuro sustentável?</p>
<p>Claudio Vaz</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcassustentaveis.com.br/roupas-com-pegada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A adorável Summer Rayne Oakes</title>
		<link>http://marcassustentaveis.com.br/a-adoravel-summer-rayne-oakes/</link>
		<comments>http://marcassustentaveis.com.br/a-adoravel-summer-rayne-oakes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 04:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pryzant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Amica]]></category>
		<category><![CDATA[CNN]]></category>
		<category><![CDATA[comércio justo]]></category>
		<category><![CDATA[Cosmo]]></category>
		<category><![CDATA[Discovery Channel]]></category>
		<category><![CDATA[eco-modelo]]></category>
		<category><![CDATA[Embaixadora da ONU para o Programa de Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[FoxNews]]></category>
		<category><![CDATA[Gisele Bündchen]]></category>
		<category><![CDATA[GTV]]></category>
		<category><![CDATA[NPR]]></category>
		<category><![CDATA[Planet Green]]></category>
		<category><![CDATA[práticas sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Style naturally]]></category>
		<category><![CDATA[Summer Rayne Oaks]]></category>
		<category><![CDATA[Vanity Fair]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcassustentaveis.com.br/?p=131</guid>
		<description><![CDATA[Summer Rayne Oakes prova que beleza e cérebro podem conviver e inclusive somar forças para ajudar a mudar o mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div><a href="http://marcassustentaveis.com.br/wp-content/uploads/2010/09/summer-rayne.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-132" title="summer-rayne" src="http://marcassustentaveis.com.br/wp-content/uploads/2010/09/summer-rayne.jpg" alt="" width="319" height="208" /></a></div>
<div>Uma moça de 26 anos prova que beleza e cérebro podem conviver e inclusive somar forças para ajudar a mudar o mundo.</div>
<div>Summer Rayne Oakes  é conhecida como uma modelo-ativista ou eco-modelo, formada pela prestigiada Universidade Cornell de Nova York em Recursos Naturais e Entomologia, utilizou sua carreira de modelo como vitrine para produtos e marcas legitimamente verdes, apoiando causas como o Comércio Justo, a Paz Mundial e ensinando empresas a adotarem práticas suntentáveis.</div>
<div>A carreira e a filosofia da linda morena com sangue de indios americanos foi destaque nas revistas Vanity Fair, Cosmo e Amica, logo foi chamada de “eco-celebridade” e brilhou na CNN, NPR, GTV, FoxNews e na série Planet Green do Discovery Channel, seu livro “Style, naturally“ lançado no início do ano já é um best seller e todos os produtos e marcas que indica são imediatamente reconhecidos e desejados.</div>
<div>Há um ano nossa querida Gisele Bündchen foi designada embaixadora da ONU para o Programa de Meio Ambiente mostrando que o mundo da moda tem muito a acrescentar para as causas humanitárias e ambientais.</div>
<p><object width="400" height="225"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=15188815&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=15188815&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="225"></embed></object>
<p><a href="http://vimeo.com/15188815">Summer Rayne Oakes: Reel (Short Version)</a> from <a href="http://vimeo.com/user1124143">SRmanitou</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<div></div>
<div><a href="http://www.claudiovaz.com.br" target="_blank">Claudio Vaz</a></div>
</div>
<div>Artigo publicado originalmente no <a href="http://www.redetv.com.br/portal/Colunista.aspx?32,Claudio%20Vaz">Portal da Rede TV</a></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcassustentaveis.com.br/a-adoravel-summer-rayne-oakes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quanto custa a chuva, o sol e o vento?</title>
		<link>http://marcassustentaveis.com.br/quanto-custa-a-chuva-o-sol-e-o-vento/</link>
		<comments>http://marcassustentaveis.com.br/quanto-custa-a-chuva-o-sol-e-o-vento/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 17:48:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pryzant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações Sustentáveis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcassustentaveis.com.br/?p=127</guid>
		<description><![CDATA[Relatório A Economia dos Ecosistemas e da Biodiversidade (TEEB) apresentado na COP 10 no Japão coloca um preço no que se preserva e se economiza para darmos valor a tudo o que vem da natureza.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A natureza não cobra pelos serviços prestados, água potável, nutrientes do solo ou o sol. Empresas e pessoas utilizam estes recursos como se fossem sua legítima propriedade e eternos.</p>
<p>O Economista Pavan Sukhdev é coordenador do estudo &#8221; A economia dos Ecosistemas e da Biodiversidade&#8221;  TEEB em inglês, que será apresentado na COP 10 no próximo mês no Japão.</p>
<blockquote><p>Continuamos a destruir a biodiversidade pois não olhamos para os benefícios da conservação em termos econômicos, não damos valor aos recursos da natureza, este é o problema&#8221;</p></blockquote>
<p>A idéia do relatório não é cobrar pelo uso dos recursos naturais, mas calcular o preço do que se preserva e se economiza para dar o devido valor a tudo o que vem da natureza.</p>
<p><a href="http://www.sopadeletrinhas.com.br" target="_blank">Luiz Pryzant</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcassustentaveis.com.br/quanto-custa-a-chuva-o-sol-e-o-vento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Planeta Terra é a nova vítima da moda</title>
		<link>http://marcassustentaveis.com.br/o-planeta-terra-e-a-nova-vitima-da-moda/</link>
		<comments>http://marcassustentaveis.com.br/o-planeta-terra-e-a-nova-vitima-da-moda/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 18:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pryzant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos sustentáveis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcassustentaveis.com.br/?p=147</guid>
		<description><![CDATA[Oscar de La Renta foi o primeiro a falar nas fashion victims, pessoas que simplesmente não conseguem resistir e seguem modismos cegamente, elas são vitimas da moda por serem inseguras e ficam vulneráveis aos assédios do consumismo e jamais conseguem firmar seu próprio estilo.
O problema é que a moda anda fazendo outras vítimas, e não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Oscar de La Renta</strong> foi o primeiro a falar nas <strong><em>fashion victims</em></strong>, pessoas que simplesmente não conseguem resistir e seguem modismos cegamente, elas são vitimas da moda por serem inseguras e ficam vulneráveis aos assédios do consumismo e jamais conseguem firmar seu próprio estilo.</p>
<p>O problema é que a moda anda fazendo outras vítimas, e não é de hoje! o recente vazamento de petróleo no Golfo do México lembra que a maioria das roupas produzidas no mundo é feita de <strong>poliéster, nylon, lycra</strong> e outros polímeros derivados deste mineral anti-ecológico.</p>
<p>O mais chato é que as nobres fibras naturais como o algodão, linho e lã também estão na lista dos super vilões da poluição ambiental.</p>
<p>O algodão é o campeão disparado, começa a fazer sujeira na sua origem, está entre as monoculturas que mais utilizam fertilizantes e pesticidas pesados com conseqüências diretas para o ser humano e com alto custo para a fauna, flora e meio ambiente, continua emitindo poluentes ao ser beneficiado, no seu branqueamento e no tingimento e estamparia industrial, e a poluição continua até a nossa casa com as freqüentes lavagens que o algodão exige.</p>
<p>A sorte é que estamos iniciando um forte caminho em direção ao uso de matérias primas com origem renovável, estamos no limiar de uma nova moda, onde o bacana é ser sustentável, muitas <strong>Marcas</strong> já investem em tecidos orgânicos com pouca ou nenhuma emissão de poluentes.</p>
<p>Os melhores exemplos são os tecidos que utilizam fibras de origem renovável como o <strong>algodão e lã orgânicos, bambu, fibra de bananeira, seda, e a viscose</strong> que é derivada da polpa da madeira.</p>
<p>Do nosso lado, como consumidores, podemos apoiar este movimento evitando comprar roupas “baratinhas” e escolhendo produtos com <strong>certificação de origem</strong>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcassustentaveis.com.br/o-planeta-terra-e-a-nova-vitima-da-moda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Depois de 20 anos sai a Política Nacional de Resíduos Sólidos</title>
		<link>http://marcassustentaveis.com.br/depois-de-20-anos-sai-pnrs/</link>
		<comments>http://marcassustentaveis.com.br/depois-de-20-anos-sai-pnrs/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 22:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pryzant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[aterros sanitários]]></category>
		<category><![CDATA[compostagem]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[lixões]]></category>
		<category><![CDATA[PNRS]]></category>
		<category><![CDATA[Política Nacional de Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcassustentaveis.com.br/?p=82</guid>
		<description><![CDATA[
Agora, a responsabilidade sobre os resíduos é de todos: governo, empresas e cidadãos. E a logística reversa é obrigatória.
Trata-se de um marco histórico na área ambiental, capaz de mudar em curto tempo a maneira como poder público, empresas e consumidores lidam com a questão do lixo. Entre as novidades, a nova lei obriga a logística reversa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h3>Agora, a responsabilidade sobre os resíduos é de todos: governo, empresas e cidadãos. E a logística reversa é obrigatória.</h3>
<p>Trata-se de um marco histórico na área ambiental, capaz de mudar em curto tempo a maneira como poder público, empresas e consumidores lidam com a questão do lixo. Entre as novidades, a nova lei obriga a <strong>logística reversa</strong> &#8212; o retorno de embalagens e outros materiais à produção industrial após consumo e descarte pela população.</p>
<p>As regras seguem o princípio de <strong>responsabilidade compartilhada</strong> entre os diferentes elos dessa cadeia, desde as fábricas até o destino final. Os municípios, por exemplo, ganham obrigações no sentido de banir lixões e implantar sistemas para a <strong>coleta de materiais recicláveis </strong>nas residências. Hoje, apenas 7% das prefeituras prestam o serviço.</p>
<p>Governo estima que serão gastos R$ 1,5 bilhão iniciais a partir de 2011. Empresas de Tratamento estimam que serão gastos pelo menos R$ 6,1 milhões</p>
<p>A Lei de Resíduos Sólidos foi sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a tarde de ontem, segunda-feira (2/08/2010), no Palácio do Itamaraty, em Brasília. A lei institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) que regulamenta a destinação final dos lixos produzidos.</p>
<p>Entre as diretrizes do PNRS está a proibição do lançamento de resíduos sólidos em praias, rios e lagos, além de queimadas de lixo a céu aberto. A política incentiva a reciclagem e compostagem – transformação do lixo em adubo &#8211; e proíbe a coleta de materiais recicláveis em lixões ou aterros sanitários.</p>
<p>O ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, acompanhado do secretário Nacional de Saneamento Ambiental (SNSA), Leodegar Tiskoski, participaram da solenidade.</p>
<p>Segundo informações do O Estado de São Paulo, a Política Nacional de Resíduos Sólidos exigirá investimentos de pelo menos R$ 6,1 bilhões nos próximos quatro anos para a implantação e manutenção das iniciativas previstas no plano, como a criação de aterros sanitários. A estimativa é da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre).</p>
<p>A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, informa que a partir de 2011 o governo deve investir inicialmente R$ 1,5 bilhão. A verba será repassada para estados, municípios e cooperativas para ações focadas.</p>
<p>Agora a lei voltará ao Legislativo para a regulamentação, definindo itens ainda pendentes, como incentivos financeiros e regras específicas para a logística reversa, que serão estipuladas mediante acordos entre os setores industriais.</p>
<p>fontes: <a href="http://inoveambiental.com.br/noticias_not.php?id_noticia=205" target="_blank">Revista Inove Ambiental</a> e <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/plano-nacional-residuos-solidos-aprovado-lixo-senado-576970.shtml" target="_blank">Planeta Sustentável</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcassustentaveis.com.br/depois-de-20-anos-sai-pnrs/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Amazongreen produz cosméticos com ingredientes da floresta</title>
		<link>http://marcassustentaveis.com.br/amazongreen-produz-cosmeticos-com-ingredientes-da-floresta/</link>
		<comments>http://marcassustentaveis.com.br/amazongreen-produz-cosmeticos-com-ingredientes-da-floresta/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 02:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pryzant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Amazongreen]]></category>
		<category><![CDATA[Cosméticos sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Kaaty]]></category>
		<category><![CDATA[Kamba Kuimba’e]]></category>
		<category><![CDATA[Kamba Kumã]]></category>
		<category><![CDATA[Kotyhu]]></category>
		<category><![CDATA[Muru]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira]]></category>
		<category><![CDATA[Pitanga]]></category>
		<category><![CDATA[Potapy]]></category>
		<category><![CDATA[Suframa]]></category>
		<category><![CDATA[Teka]]></category>
		<category><![CDATA[Tikue]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcassustentaveis.com.br/?p=21</guid>
		<description><![CDATA[As essências retiradas da região de forma sustentável são matérias-primas para a produção de mais de dez perfumes e sabonetes exclusivos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As essências retiradas da região amazônica de forma sustentável são matérias-primas para a produção de mais de dez perfumes e sabonetes exclusivos.</strong></p>
<p><strong><a href="http://marcassustentaveis.com.br/wp-content/uploads/2010/07/amazongreen.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-22" title="amazongreen" src="http://marcassustentaveis.com.br/wp-content/uploads/2010/07/amazongreen.jpg" alt="" width="280" height="187" /></a></strong></p>
<p>A empresa apresentou suas linhas de perfumes com nomes das árvores que foram base para os perfumes: Muru, Palmeira, Pitanga, Potapy, Teka e Kotyhu. Também uma linha que traz nos perfumes nomes em tupi-guarani como Kaaty, Tikue, Kamba Kumã e Kamba Kuimba’e. Exóticos, os produtos são preservados naturalmente e não recebem fixador.</p>
<p>A linha de sabonetes também chama atenção pelo perfume único. Possui aromas de guaraná, açaí com argila, melão e pitanga, entre outros. Cada um deles é embalado em folhas secas de pitanga.</p>
<p>Segundo Franscisco Aguiar, diretor da Amazongreen, “o pilar número um da empresa é a extração sustentável”. Os perfumes e cosméticos da Amazongreen são resultado do trabalho de cerca de 40 famílias, de três estados brasileiros, que encontram na extração, no artesanato entre outras atividades, sua fonte de renda.</p>
<p>A Amazongreen possui 2 lojas nos aeroportos de Belém e Manaus, mas não conseguimos encontrar contatos ou website da empresa, quem souber favor avisar-nos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcassustentaveis.com.br/amazongreen-produz-cosmeticos-com-ingredientes-da-floresta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>10 lições para equilibrio entre varejo e fornecedores sustentáveis</title>
		<link>http://marcassustentaveis.com.br/10-licoes-para-equilibrio-entre-varejo-e-fornecedores-sustentaveis/</link>
		<comments>http://marcassustentaveis.com.br/10-licoes-para-equilibrio-entre-varejo-e-fornecedores-sustentaveis/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 14:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pryzant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[conservantes]]></category>
		<category><![CDATA[corrente do bem]]></category>
		<category><![CDATA[ganha x ganha]]></category>
		<category><![CDATA[Merchandising orgânico]]></category>
		<category><![CDATA[Sustainable companies]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcassustentaveis.com.br/?p=7</guid>
		<description><![CDATA[10 lições para equilibrio entre varejo e fornecedores sustentáveis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas sustentáveis são um fenômeno novo no universo dos negócios, sua existência ainda é tênue e como outros fenômenos da natureza possuem seu tempo certo para frutificar em abundância. Entender e apoiar este momento exige comprometimento e firmeza de propósitos.</p>
<div id="_mcePaste">Grandes redes do varejo correram para se alinhar com as novas tendências de responsabilidade social e ambiental divulgando seus programas de sustentabilidade, mas o problema surge quando estes gigantes começam a se relacionar com pequenos fazendeiros, artesãos e micro-empresas sustentáveis.</div>
<div id="_mcePaste">Reunimos 10 lições para estas grandes empresas participarem desta “<strong>corrente do bem</strong>” adaptando suas práticas de negociação, seus contratos e promovendo uma mudança cultural em suas estruturas de compras, distribuição e marketing:</div>
<div id="_mcePaste">1.<strong> Merchandising orgânico</strong>.</div>
<div id="_mcePaste">Adapte sua estrutura de marketing para cultivar e fazer crescer as vendas destes produtos, destacando-os da concorrência tradicional, reservando um espaço especial para eles e gerando ações que transmitam seus valores e benefícios únicos.</div>
<div id="_mcePaste">2. <strong>Cuidado: Não contém conservantes</strong></div>
<div id="_mcePaste">O consumidor final também é um elo desta corrente, o cuidado com a reposição de produtos perecíveis é a certeza da qualidade e garantia da manutenção de seus valores nutricionais e terapêuticos.</div>
<div id="_mcePaste">3. <strong>Não compare maças com laranjas</strong></div>
<div id="_mcePaste">Os parceiros sustentáveis são diferentes dos outros fornecedores, as empresas sustentáveis precisam ir além da busca por lucros sempre maiores, suas operações cultivam outros valores e práticas, precisamos novos indicadores para comparar o giro e o retorno financeiro somando os outros benefícios destes negócios ao planeta e à imagem do comerciante.</div>
<div id="_mcePaste">4. <strong>Contratos diferenciados</strong></div>
<div id="_mcePaste">Iniciativas sustentáveis precisam de contratos específicos, ficaria muito difícil para estas empresas cumprirem as mesmas condições de contratos criados para extrair o máximo de vantagens de poderosas holdings com várias marcas de sucesso comercial.</div>
<div id="_mcePaste">5. <strong>Relacionamento ganha x ganha</strong></div>
<div id="_mcePaste">Temos que reconhecer que cada elo da corrente é interdependente e sua força vem da união. É uma simbiose comercial em equilíbrio. Todos estes elos buscam uma harmonia e um alinhamento de valores, integrar-se a esta cadeia de comércio mais justo e sustentável pede a adoção de regras e procedimentos baseados em princípios democráticos, ecológicos, cooperativos e grande dose de justiça econômica, onde pessoas, organizações e planeta ganham.</div>
<div id="_mcePaste">6. <strong>Crescimento com responsabilidade</strong></div>
<div id="_mcePaste">Os produtos sustentáveis estão chegando ao mercado com fôlego para encarar um crescimento lento mas constante, é uma conquista diária, cada venda é uma vitória e mais um passo na construção deste novo  mercado.</div>
<div id="_mcePaste">7. <strong>Potencialize os negócios</strong></div>
<div id="_mcePaste">Nas contas das empresas sustentáveis não costuma entrar custos de logística complexa, seguros e custos de marketing extravagantes. Grandes varejistas conseguem e poderiam negociar prazos e preços para otimizar os custos destes serviços para deixar que seus fornecedores sustentáveis concentrem recursos no foco dos seus produtos e serviços.</div>
<div id="_mcePaste">8. <strong>Invista no mercado futuro</strong></div>
<div id="_mcePaste">O empreendimento sustentável não busca serviços financeiros para desconto de duplicatas, capital de giro e outras alavancas monetárias. Em um Brasil de juros imorais seria uma ótima ajuda pagar contra-entrega, em uma semana, 30 dias no máximo.</div>
<div id="_mcePaste">9. <strong>Se não puder ajudar, não atrapalhe</strong></div>
<div id="_mcePaste">Negócios sustentáveis são sistemas comerciais que protegem o meio ambiente e as condições sociais enquanto promovem seu próprio crescimento de forma equilibrada. São empreendimentos com impacto positivo no meio ambiente, trazem benefícios para a comunidade, para a sociedade e para a economia, a cadeia comercial precisa garantir uma renda correta aos fornecedores de forma a promover a produção orgânica e eco-certificada por gerações.</div>
<div id="_mcePaste">10. <strong>Faça parte da Solução</strong></div>
<div id="_mcePaste">Exija certificações de empresas idôneas e evite a todo custo utilizar expressões e divulgar iniciativas apenas para se aproveitar de uma “onda” ecológica, o caminho para conectar sua marca com os ideais e valores sustentáveis é pensar em formas autenticas de cooperar com soluções ambientalmente saudáveis com respeito aos direitos humanos e à cultura local.</div>
<div id="_mcePaste">As pessoas e o planeta agradecem!</div>
<div>Autor Luiz Pryzant</div>
<div id="_mcePaste">http://www.pryzant.com.br</div>
<div id="_mcePaste">Bibliografia: European Commission Trade; Friends of the Earth International; IISD – International Institute for Sustainable Development</div>
<div></div>
<div>
<div><strong>Problema:</strong></div>
<div>As grandes redes de varejo nacionais e internacionais buscam fornecedores sustentáveis de produtos e serviços, mas muitas vezes acabam prejudicando mais do que ajudando ao impor regras e condições de mercado.</div>
<div></div>
<div><strong>Ação:</strong></div>
<div>O texto &#8220;10 lições para equilibrio entre varejo e fornecedores sustentáveis&#8221; foi utilizado na negociação entre uma pequena empresa de produtos orgânicos e sustentáveis e uma grande rede internacional de varejo.</div>
<div>As grandes redes de varejo poderiam fazer um trabalho interno em suas áreas de compras, marketing, contábil, merchandising e logística a fim de aproveitar os pontos fortes dos produtos e serviços de fornecedores sustentáveis e reconhecer os pontos fracos que precisam ser considerados sob pena de causar mais prejuízos que benefícios ao contratar empresas sustentáveis.</div>
<div></div>
<div><strong>Resultado:</strong></div>
<div>Uma grande rede de varejo internacional estabelecida no Brasil, conhecida por sua expertise em &#8220;apertar&#8221; seus fornecedores a fim de conseguir os melhores preços, reconheceu que um fornecedor específico não poderia ajudar a custear campanha de marketing para ajudar a promover seus produtos, também aceitou não utilizar os mesmos critérios de avaliação de resultado de vendas, e finalmente reverteu sua decisão de devolver um grande estoque para este pequeno fornecedor que provavelmente teria seu negócio arruinado.</div>
<div></div>
<div><strong>Limitações:</strong></div>
<div>É um trabalho de conscientização constante, e a difusão destes &#8220;manuais de práticas sustentáveis&#8221; é uma parte da solução, provavelmente a pressão de consumidores por tratamento justo a fornecedores sustentáveis será mais efetivo.</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcassustentaveis.com.br/10-licoes-para-equilibrio-entre-varejo-e-fornecedores-sustentaveis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa mostra evolução de práticas sustentáveis nas empresas brasileiras</title>
		<link>http://marcassustentaveis.com.br/pesquisa-santader/</link>
		<comments>http://marcassustentaveis.com.br/pesquisa-santader/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 13:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pryzant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionários]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Missão]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios e Clientes]]></category>
		<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Visão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcassustentaveis.com.br/?p=1</guid>
		<description><![CDATA[Levantamento realizado pelo Banco Santander Brasil mostra evolução nas práticas sustentáveis ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Durante quase três anos, o ‘Programa Sustentabilidade na Prática – Caminhos &amp; Desafios’, do <strong>Santander</strong>, realizou seminários e encontros com empresas de vários setores para trocar conhecimento sobre sustentabilidade. Nesse período, o total de participantes chegou a nada menos do que <strong>1.483 organizações</strong>. Diante de um universo tão grande e diverso, o banco buscou identificar os resultados e diagnosticar os pontos críticos por meio da aplicação de questionários semestrais. As respostas mostraram que, ao longo do tempo, as empresas se tornaram mais comprometidas com o desenvolvimento sustentável, mais criteriosas em aspectos socioambientais na contratação de fornecedores, mais respeitadoras da diversidade e mais transparentes.</div>
<div id="_mcePaste">“Trabalhar tão a fundo com um número tão grande de empresas foi uma oportunidade única &#8211; quase impensável no mercado &#8211; de conhecer o estágio em que se encontra a aplicação da sustentabilidade nos negócios Brasil afora. Para os participantes também foi algo de grande valor, porque eles recebiam relatórios customizados que os ajudavam a conhecer suas próprias deficiências; além disso, tinham a possibilidade de traçar paralelos com outras organizações e transportar a aplicações de soluções sustentáveis para seus próprios negócios”, diz Maria Luiza Pinto, diretora executiva de Desenvolvimento Sustentável do Santander.</div>
<div id="_mcePaste">A metodologia escolhida previa a utilização do mesmo questionário nos três momentos em que a pesquisa foi realizada &#8211; durante o curso, seis meses após o curso e um ano após o curso. Nesse material, as perguntas seguiam oito grandes temas: <strong>Interesse em sustentabilidade; Gestão e Governança; Visão, Missão e Valores; Negócios e Clientes; Funcionários; Fornecedores; Meio Ambiente; e Ação Social.</strong> Os respondentes avaliavam como nota 5 o conceito “Reflete totalmente a realidade da empresa” e nota 1 “não reflete em nada a realidade da empresa.</div>
<div id="_mcePaste">Computados todos os dados, o levantamento mostrou que o interesse por sustentabilidade cresceu em todos os andares da pirâmide nas organizações. Na alta gerência, saltou de 65% para 82%; na média gerência, começou em 50% e fechou em 72%; e, entre os funcionários que não são gestores, na primeira pesquisa pulou de 35% para 58%. “Este é um ponto a se comemorar, já que <strong>não basta haver comprometimento da alta-direção para que uma empresa adote práticas sustentáveis profundas; é necessário disseminar o conhecimento sobre o assunto e contar com o apoio de toda a organização,</strong> o que é uma tarefa bastante desafiadora”, continua a executiva.</div>
<div id="_mcePaste">O item que teve ascensão mais rápida em todo o levantamento, contudo, foi a inserção da sustentabilidade na Visão, na Missão e nos Valores das empresas. Na primeira pesquisa, 40% declaravam já ter feito essa incorporação. Seis meses depois, eram 61%. E, finalmente, na última aplicação do questionário, salto para 68%. Velocidade parecida na implementação de medidas sustentáveis, aliás, foi verificada dentro de Gestão e Governança. A existência de fóruns para a discussão do assunto, por exemplo, cresceu 127% em um ano, saindo de 16% e indo a 39%.</div>
<div id="_mcePaste">Já em Negócios e Clientes, os resultados mostraram ritmo acelerados em alguns aspectos e lento em outros. Em relação a produtos e serviços, as premissas apresentadas evidenciaram que o desenvolvimento sustentável estava no radar de um terço das organizações. Doze meses depois, o número já havia dobrado. O desempenho foi menos expressivo nas ações de engajamento de clientes. O patamar começou baixo (21%) e subiu pouco (para 33%).</div>
<div id="_mcePaste">Se na comunicação com o público externo o avanço não se mostrou tão grande, com relação ao público interno o desempenho foi melhor. O item “Existem treinamentos de sustentabilidade para os funcionários” registrou 18% no início e 41% no final. Destaque também para outro aspecto voltado aos colaboradores: os programas de valorização de diversidade, que antes estavam presentes em apenas 26% das empresas, pularam para 45%.</div>
<div id="_mcePaste">Como se sabe, o compromisso com a sustentabilidade, para ser completo, não pod ficar restrito a funcionários e consumidores: tem de percorrer toda a cadeia de valor. Isso inclui olhar com cuidado para os fornecedores que uma empresa contrata e desenvolver trabalho de engajamento com eles. A adoção de critérios socioambientais na escolha desses prestadores de serviço ainda não chega à metade do universo de 1.483 empresas, mas mostra crescimento contínuo. Na primeira pesquisa, 19%; na segunda, 34%; e na última, 44%.</div>
<div id="_mcePaste">A pesquisa também abordou questões relativas ao meio ambiente – e mostrou que nesse campo já há algumas iniciativas relativamente consolidadas. A presença de coleta seletiva, por exemplo, começou em um patamar alto, de 60%, e fechou um pouco acima, em 69%. Os resultados no item “A empresa monitora a redução de seus impactos ambientais com metas específicas”, por sua vez, tiveram desempenho contrário: iniciaram em nível baixo (34%) e cresceram rapidamente (fechando em 51%).</div>
<div id="_mcePaste">Embora vários temas tenham apresentado resultados positivos, Ação Social foi considerado pelos entrevistados o campo de maior sucesso entre os oito pesquisados. Do total, 75% das empresas já acusam investimento em projetos sociais. Curiosamente, apenas 25% divulgavam suas ações. Agora, já são 47%.</div>
<div id="_mcePaste">Além de identificar em quais desafios as empresas estão se saindo melhor, a pesquisa ajudou a mostrar quais são os maiores entraves na busca pelo desenvolvimento sustentável. No balanço das pesquisas realizadas entre o segundo semestre de 2008 e o mesmo período de 2009, foram feitas 890 menções de dificuldades percebidas. Agrupadas em 28 itens, as respostas representam uma radiografia das questões que mais dificultam a incorporação da sustentabilidade no mundo corporativo. Os pontos considerados críticos foram o processo de conscientização e mudança de cultura interna, com 13% das menções, o engajamento dos colaboradores, 10%, e a falta de envolvimento da alta direção (9%).</div>
<div id="_mcePaste">“Esse trabalho continuado de troca de experiências e de auto-conhecimento das empresas permite que uma ajude a outra a implantar soluções sustentáveis inovadoras. Esperamos que os resultados continuem melhorando e que mais empresas participem para poderrm replicar suas novas experiências a outras redes”, conclui Maria Luiza.</div>
<p>Durante quase três anos, o ‘Programa Sustentabilidade na Prática – Caminhos &amp; Desafios’, do Santander, realizou seminários e encontros com empresas de vários setores para trocar conhecimento sobre sustentabilidade. Nesse período, o total de participantes chegou a nada menos do que 1.483 organizações. Diante de um universo tão grande e diverso, o banco buscou identificar os resultados e diagnosticar os pontos críticos por meio da aplicação de questionários semestrais. As respostas mostraram que, ao longo do tempo, as empresas se tornaram mais comprometidas com o desenvolvimento sustentável, mais criteriosas em aspectos socioambientais na contratação de fornecedores, mais respeitadoras da diversidade e mais transparentes.<br />
“Trabalhar tão a fundo com um número tão grande de empresas foi uma oportunidade única &#8211; quase impensável no mercado &#8211; de conhecer o estágio em que se encontra a aplicação da sustentabilidade nos negócios Brasil afora. Para os participantes também foi algo de grande valor, porque eles recebiam relatórios customizados que os ajudavam a conhecer suas próprias deficiências; além disso, tinham a possibilidade de traçar paralelos com outras organizações e transportar a aplicações de soluções sustentáveis para seus próprios negócios”, diz Maria Luiza Pinto, diretora executiva de Desenvolvimento Sustentável do Santander.<br />
A metodologia escolhida previa a utilização do mesmo questionário nos três momentos em que a pesquisa foi realizada &#8211; durante o curso, seis meses após o curso e um ano após o curso. Nesse material, as perguntas seguiam oito grandes temas: Interesse em sustentabilidade; Gestão e Governança; Visão, Missão e Valores; Negócios e Clientes; Funcionários; Fornecedores; Meio Ambiente; e Ação Social. Os respondentes avaliavam como nota 5 o conceito “Reflete totalmente a realidade da empresa” e nota 1 “não reflete em nada a realidade da empresa.<br />
Computados todos os dados, o levantamento mostrou que o interesse por sustentabilidade cresceu em todos os andares da pirâmide nas organizações. Na alta gerência, saltou de 65% para 82%; na média gerência, começou em 50% e fechou em 72%; e, entre os funcionários que não são gestores, na primeira pesquisa pulou de 35% para 58%. “Este é um ponto a se comemorar, já que não basta haver comprometimento da alta-direção para que uma empresa adote práticas sustentáveis profundas; é necessário disseminar o conhecimento sobre o assunto e contar com o apoio de toda a organização, o que é uma tarefa bastante desafiadora”, continua a executiva.<br />
O item que teve ascensão mais rápida em todo o levantamento, contudo, foi a inserção da sustentabilidade na Visão, na Missão e nos Valores das empresas. Na primeira pesquisa, 40% declaravam já ter feito essa incorporação. Seis meses depois, eram 61%. E, finalmente, na última aplicação do questionário, salto para 68%. Velocidade parecida na implementação de medidas sustentáveis, aliás, foi verificada dentro de Gestão e Governança. A existência de fóruns para a discussão do assunto, por exemplo, cresceu 127% em um ano, saindo de 16% e indo a 39%.<br />
Já em Negócios e Clientes, os resultados mostraram ritmo acelerados em alguns aspectos e lento em outros. Em relação a produtos e serviços, as premissas apresentadas evidenciaram que o desenvolvimento sustentável estava no radar de um terço das organizações. Doze meses depois, o número já havia dobrado. O desempenho foi menos expressivo nas ações de engajamento de clientes. O patamar começou baixo (21%) e subiu pouco (para 33%).<br />
Se na comunicação com o público externo o avanço não se mostrou tão grande, com relação ao público interno o desempenho foi melhor. O item “Existem treinamentos de sustentabilidade para os funcionários” registrou 18% no início e 41% no final. Destaque também para outro aspecto voltado aos colaboradores: os programas de valorização de diversidade, que antes estavam presentes em apenas 26% das empresas, pularam para 45%.<br />
Como se sabe, o compromisso com a sustentabilidade, para ser completo, não pod ficar restrito a funcionários e consumidores: tem de percorrer toda a cadeia de valor. Isso inclui olhar com cuidado para os fornecedores que uma empresa contrata e desenvolver trabalho de engajamento com eles. A adoção de critérios socioambientais na escolha desses prestadores de serviço ainda não chega à metade do universo de 1.483 empresas, mas mostra crescimento contínuo. Na primeira pesquisa, 19%; na segunda, 34%; e na última, 44%.<br />
A pesquisa também abordou questões relativas ao meio ambiente – e mostrou que nesse campo já há algumas iniciativas relativamente consolidadas. A presença de coleta seletiva, por exemplo, começou em um patamar alto, de 60%, e fechou um pouco acima, em 69%. Os resultados no item “A empresa monitora a redução de seus impactos ambientais com metas específicas”, por sua vez, tiveram desempenho contrário: iniciaram em nível baixo (34%) e cresceram rapidamente (fechando em 51%).<br />
Embora vários temas tenham apresentado resultados positivos, Ação Social foi considerado pelos entrevistados o campo de maior sucesso entre os oito pesquisados. Do total, 75% das empresas já acusam investimento em projetos sociais. Curiosamente, apenas 25% divulgavam suas ações. Agora, já são 47%.<br />
Além de identificar em quais desafios as empresas estão se saindo melhor, a pesquisa ajudou a mostrar quais são os maiores entraves na busca pelo desenvolvimento sustentável. No balanço das pesquisas realizadas entre o segundo semestre de 2008 e o mesmo período de 2009, foram feitas 890 menções de dificuldades percebidas. Agrupadas em 28 itens, as respostas representam uma radiografia das questões que mais dificultam a incorporação da sustentabilidade no mundo corporativo. Os pontos considerados críticos foram o processo de conscientização e mudança de cultura interna, com 13% das menções, o engajamento dos colaboradores, 10%, e a falta de envolvimento da alta direção (9%).<br />
“Esse trabalho continuado de troca de experiências e de auto-conhecimento das empresas permite que uma ajude a outra a implantar soluções sustentáveis inovadoras. Esperamos que os resultados continuem melhorando e que mais empresas participem para poderrm replicar suas novas experiências a outras redes”, conclui Maria Luiza.</p>
<p>Regiane Tosatti tel: 11 31743553 rtosatti@santander.com.br</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcassustentaveis.com.br/pesquisa-santader/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

