Matte Leão tem primeira fábrica certificada LEED


A marca centenária Matte Leão recebeu a certificação LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental) pela fábrica da linha de chás solúveis e infusão Matte Leão, concedida pela organização não governamental U.S. Green Building Council, a certificação é um reconhecimento de que a fábrica, inaugurada em 2009, atingiu à rígida meta normatizada pelo conselho no que diz respeito a padrões sustentáveis de construção civil. Read the rest of this entry »

Whirlpool Latin America lança Projeto Resíduo Zero

A Whirpool Latin America firmou compromisso ambiental com a busca pelo Resíduo Zero em suas unidades fabrís, a Whirlpool, fabricante das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, foi recentemente reconhecida na pesquisa Melhores Empresas para Trabalhar – Brasil e foi destaque na categoria “Melhor Empresa de Responsabilidade Socioambiental”.

A Whirlpool instalou ETAs – Estações de Tratamento de Água em suas fábricas, reutilizando até 100% de água, e lançou o Projeto de Resíduo Zero, planejando zerar seu destino de resíduos para aterros até 2014 , além de projetos para economia de energia, emissões de gases poluentes e reciclagem. No que diz respeito à responsabilidade social, há dez anos a Consul criou o Instituto Consulado da Mulher, que oferece assessoria a mulheres de baixa renda e pouca escolaridade. O objetivo é que, com sua atividade empreendedora, possam gerar renda e proporcionar melhores condições de vida a elas e suas famílias.

 

Marcas Sustentáveis na RIO+20

Uma Marca Sustentável possui atitude e caráter e só age de acordo com seus princípios e valores, ela é construída para permanecer no mercado por muitas décadas e é admirada por seu posicionamento.

Em tempos de Rio+20 e a questão da Economia Verde a Sustentabilidade passa a ser o centro das atenções de empresários e gestores de Marcas no Brasil, é o momento de se entender o que as Marcas podem e devem fazer pela Sustentabilidade.
Para uma Marca ser reconhecida como amiga do meio ambiente ela precisa ter uma Empresa Verde por trás, uma empresa que reconheça o impacto de suas atividades e que exija a gestão sustentável de toda a sua cadeia de fornecedores e também se preocupe com as consequências do ciclo de vida de seus produtos buscando o bem estar de seus funcionários, clientes, um compromisso com a humanidade e de toda a vida ao seu redor.
As empresas vivem no mesmo Planeta que seus clientes, seus produtos e serviços possuem maior ou menor impacto no ambiente comum a todos.
A ideia da sustentabilidade é buscar um equilíbrio responsável entre as dimensões financeiras, humanas e ambientais do negócio. Trata-se de atuar com responsabilidade, integridade e também generosidade, os recursos naturais estão disponíveis para todos e quando uma empresa utiliza a água, o ar ou outros bens da natureza precisa cuidar para que estes recursos sejam preservados e estejam disponíveis para as futuras gerações.
A Empresa Sustentável deve investir em inovação, criar produtos duráveis e buscar reduzir ao mínimo seu impacto e, quando não for possível, compensar suas pegadas com ações efetivas.
Os benefícios são enormes e imediatos, as Marcas Sustentáveis são reconhecidas pelo seu compromisso verdadeiro com ações socioambientais, estas Marcas passam a ter um significado especial e único, seus valores são percebidos e compartilhados pelo seu público que deixam de ser simples consumidores para se tornar verdadeiros defensores das Marcas, seus clientes sentem-se orgulhosos de fazerem parte deste universo, são fiéis e seus maiores fãs.
Luiz Pryzant

TVRIO20 ao vivo via Internet da Rio+20

Uma equipe de 18 profissionais está cobrindo tudo o que acontece na Rio+20 tanto na programação oficial como na extra-oficial com entradas relâmpago da equipe Ricardão, Ricardo e Ricardinho!

A TVRio20 está no ar em média 10 horas por dia ao vivo acompanhando debates, eventos e seus desdobramentos da Rio+20 . Uma iniciativa inédita na internet. Profissionais experientes em mídia impressa e televisão tomam parte dessa jornada em busca da diversidade ambiental dando vez e voz a todos os atores envolvidos nesse processo.

Entre a equipe da TVRio20 estão Ricardo Carvalho, fundador da Tv Meio Ambiente, José Maurício Oliveira, Ricardo Nehrer, Letícia Leite, Antonio Henrique Lago, Darlene Menconi e Ricardo Soares que será o âncora das transmissões.

O patrocínio é do Sebrae e TetraPak! Vale a pena acompanhar aqui

Arquitetura Sustentável

arquitetura sustentávelAntes de construir consulte um arquiteto verde, abaixo uma lista com os fundamentos da construção sustentável.
Os bons escritórios de arquitetura já trabalham com estes itens desde o planejamento da obra com excelentes resultados e otimização de custos impressionantes, principalmente no longo prazo.
  • Captação e reaproveitamento de águas pluviais;
  • Telhado e muro verdes;
  • Acessibilidade física dos espaços, inclusive do edifício com o entorno;
  • Otimização da iluminação natural;
  • Otimização da ventilação natural;
  • Otimização do conforto térmico e acústico;
  • Captação de energia solar para geração de energia e aquecimento;
  • Automação para controle da iluminação artificial;
  • Ar condicionado ecológico;
  • Especificação de materiais ecologicamente corretos, certificados e recicláveis;
  • Especificação de equipamentos com o menor consumo e a melhor eficiência energética;
  • Projeto e execução de paisagismo para pequenos e grandes espaços;
  • Gerenciamento dos resíduos gerados em obra;
  • Respeito às normas técnicas e leis vigentes.

Fonte: Ferreiro e Gaspar Arquitetura

Greenpeace aponta sujeira de grandes marcas

Algumas das grandes marcas do mundo utilizam fornecedores chineses que poluem rios com resíduos tóxicos proibidos na Europa e em outros lugares.

Adidas, Nike, Puma, Calvin Klein, Lacoste, Abercrombie e Fitch e Li Ning da China estão entre os nomes globais identificadas no relatório do Greenpeace após uma investigação de um ano.

O relatório centrou-se em dois grandes fornecedores chineses, o Complexo Têxtil Youngor em Ningbo, no delta do rio Yangtze e o Well Dyeing Factory Ltd  perto de Hong Kong.

Todas as marcas mencionadas no relatório confirmaram que utilizam produtos de origem de um dos dois fornecedores chineses.

Sabrina Cheung, diretora de comunicações corporativas da Adidas, disse  que sua relação com Youngor estava restrita ao corte e costura de roupas.

“O Grupo Adidas não utiliza tecidos de origem de Youngor Group, que envolveria o uso de corantes, produtos químicos e seus processos de tratamento de água associados”, disse ela.

A Puma disse que também utiliza a Youngor para corte, costura e acabamento mas, de acordo com suas informações, utiliza a unidade opera em um local diferente.

Quando perguntado se terminariam seus relacionamentos de negócios com a Youngor, Puma e Adidas disseram que não.

“Onde encontramos fábricas com problemas, é a nossa prática e política trabalhar com eles para resolver e solucionar esses problemas”, disse um porta-voz da Adidas na Alemanha.

Em uma resposta ao relatório, a Nike confirmou que tem produtos com origem nas duas fábricas pertencentes ao Grupo Youngor, mas disse que não usou produtos químicos perigosos detectados nas descargas de águas residuais examinados pelo Greenpeace.

Por seu turno, Li Ning, disse: “Pedimos-lhes para investigar a sua descarga poluente imediatamente.”

QUÍMICA PESADA

O Geenpeace disse que as amostras colhidas das descargas de águas residuais das duas instalações, revelou a presença de metais pesados ​​e perigosos,  substâncias como alquilfenóis e produtos químicos perfluorados, que são restritos em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

Os produtos químicos podem prejudicar os sistemas imunológico e endócrino, assim como o fígado, não são degradáveis ​​e não podem ser removidos por plantas de tratamento de água, e por isso foram eliminados em outros lugares

“Vamos trabalhar com o Greenpeace para encontrar uma solução”, disse um representante da Youngor.

Falta de água

A China identificou a água como um dos seus mais prementes problemas ambientais, com muitos dos seus principais rios contaminados por tóxicos das fábricas e fazendas.

Ministério do Meio Ambiente China disse  que 16,4 por cento dos seus rios principais nem sequer cumprem as normas exigidas para irrigar culturas.

“Nós achamos que o nosso governo realmente deveria agir rápido para desenvolver uma política. China está realmente ficando para trás porque isso já era um dos principais assuntos do mundo desenvolvido na década de 1970, e estamos apenas começando a reconhecer o problema.”

Por David Stanway

Reportagem adicional de Tyra Dempster e Bryan Victoria , em Frankfurt, edição por Ken Wills e Will Waterman

Versão português Luiz Pryzant

Roupas com pegada?

Sim nossas roupas deixam pegadas de carbono e elas podem ser bem profundas, todo o processo de desenvolvimento de uma peça de vestuário pode ter impactos ambientais maiores ou menores conforme a forma com que são produzidos, os materiais que utiliza e até na forma com serão jogados fora.

A sustentabilidade é o cuidado que se busca ter durante todo o Ciclo de Vida do Produto em seus diferentes estágios.

De forma geral as fases de produção envolvem a produção e processamento de matérias-primas, fabricação, comercialização, uso e a gestão do descarte ao fim da vida dos produtos.

O processo de criação é um estágio importante, pois é na criação que todas estas etapas são planejadas, mas em minha opinião, a Decisão de Compra, ou a hora em que a gente vai escolher uma roupa ou sapato na loja, é a etapa mais importante de todas, quando escolhemos comprar um determinado produto ou ao contrário, deixarmos de comprar outro, podemos conscientemente apoiar ideias ambientalmente positivas e rejeitar produtos sem preocupações ecológicas.

As nossas decisões de compra vão servir como estatística para os estilistas conceberem, para a indústria produzir e para movimentar todo o comércio e o marketing em cima destes produtos.

Então cuidado com o que deseja, seus sonhos de consumo podem se tornar realidade, mas será que estes produtos fazem parte de um futuro sustentável?

Claudio Vaz

A adorável Summer Rayne Oakes

Uma moça de 26 anos prova que beleza e cérebro podem conviver e inclusive somar forças para ajudar a mudar o mundo.
Summer Rayne Oakes  é conhecida como uma modelo-ativista ou eco-modelo, formada pela prestigiada Universidade Cornell de Nova York em Recursos Naturais e Entomologia, utilizou sua carreira de modelo como vitrine para produtos e marcas legitimamente verdes, apoiando causas como o Comércio Justo, a Paz Mundial e ensinando empresas a adotarem práticas suntentáveis.
A carreira e a filosofia da linda morena com sangue de indios americanos foi destaque nas revistas Vanity Fair, Cosmo e Amica, logo foi chamada de “eco-celebridade” e brilhou na CNN, NPR, GTV, FoxNews e na série Planet Green do Discovery Channel, seu livro “Style, naturally“ lançado no início do ano já é um best seller e todos os produtos e marcas que indica são imediatamente reconhecidos e desejados.
Há um ano nossa querida Gisele Bündchen foi designada embaixadora da ONU para o Programa de Meio Ambiente mostrando que o mundo da moda tem muito a acrescentar para as causas humanitárias e ambientais.

Summer Rayne Oakes: Reel (Short Version) from SRmanitou on Vimeo.

Artigo publicado originalmente no Portal da Rede TV

Quanto custa a chuva, o sol e o vento?

A natureza não cobra pelos serviços prestados, água potável, nutrientes do solo ou o sol. Empresas e pessoas utilizam estes recursos como se fossem sua legítima propriedade e eternos.

O Economista Pavan Sukhdev é coordenador do estudo ” A economia dos Ecosistemas e da Biodiversidade”  TEEB em inglês, que será apresentado na COP 10 no próximo mês no Japão.

Continuamos a destruir a biodiversidade pois não olhamos para os benefícios da conservação em termos econômicos, não damos valor aos recursos da natureza, este é o problema”

A idéia do relatório não é cobrar pelo uso dos recursos naturais, mas calcular o preço do que se preserva e se economiza para dar o devido valor a tudo o que vem da natureza.

Luiz Pryzant

O Planeta Terra é a nova vítima da moda

Oscar de La Renta foi o primeiro a falar nas fashion victims, pessoas que simplesmente não conseguem resistir e seguem modismos cegamente, elas são vitimas da moda por serem inseguras e ficam vulneráveis aos assédios do consumismo e jamais conseguem firmar seu próprio estilo.

O problema é que a moda anda fazendo outras vítimas, e não é de hoje! o recente vazamento de petróleo no Golfo do México lembra que a maioria das roupas produzidas no mundo é feita de poliéster, nylon, lycra e outros polímeros derivados deste mineral anti-ecológico.

O mais chato é que as nobres fibras naturais como o algodão, linho e lã também estão na lista dos super vilões da poluição ambiental.

O algodão é o campeão disparado, começa a fazer sujeira na sua origem, está entre as monoculturas que mais utilizam fertilizantes e pesticidas pesados com conseqüências diretas para o ser humano e com alto custo para a fauna, flora e meio ambiente, continua emitindo poluentes ao ser beneficiado, no seu branqueamento e no tingimento e estamparia industrial, e a poluição continua até a nossa casa com as freqüentes lavagens que o algodão exige.

A sorte é que estamos iniciando um forte caminho em direção ao uso de matérias primas com origem renovável, estamos no limiar de uma nova moda, onde o bacana é ser sustentável, muitas Marcas já investem em tecidos orgânicos com pouca ou nenhuma emissão de poluentes.

Os melhores exemplos são os tecidos que utilizam fibras de origem renovável como o algodão e lã orgânicos, bambu, fibra de bananeira, seda, e a viscose que é derivada da polpa da madeira.

Do nosso lado, como consumidores, podemos apoiar este movimento evitando comprar roupas “baratinhas” e escolhendo produtos com certificação de origem.