Depois de 20 anos sai a Política Nacional de Resíduos Sólidos

Agora, a responsabilidade sobre os resíduos é de todos: governo, empresas e cidadãos. E a logística reversa é obrigatória.

Trata-se de um marco histórico na área ambiental, capaz de mudar em curto tempo a maneira como poder público, empresas e consumidores lidam com a questão do lixo. Entre as novidades, a nova lei obriga a logística reversa — o retorno de embalagens e outros materiais à produção industrial após consumo e descarte pela população.

As regras seguem o princípio de responsabilidade compartilhada entre os diferentes elos dessa cadeia, desde as fábricas até o destino final. Os municípios, por exemplo, ganham obrigações no sentido de banir lixões e implantar sistemas para a coleta de materiais recicláveis nas residências. Hoje, apenas 7% das prefeituras prestam o serviço.

Governo estima que serão gastos R$ 1,5 bilhão iniciais a partir de 2011. Empresas de Tratamento estimam que serão gastos pelo menos R$ 6,1 milhões

A Lei de Resíduos Sólidos foi sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a tarde de ontem, segunda-feira (2/08/2010), no Palácio do Itamaraty, em Brasília. A lei institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) que regulamenta a destinação final dos lixos produzidos.

Entre as diretrizes do PNRS está a proibição do lançamento de resíduos sólidos em praias, rios e lagos, além de queimadas de lixo a céu aberto. A política incentiva a reciclagem e compostagem – transformação do lixo em adubo – e proíbe a coleta de materiais recicláveis em lixões ou aterros sanitários.

O ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, acompanhado do secretário Nacional de Saneamento Ambiental (SNSA), Leodegar Tiskoski, participaram da solenidade.

Segundo informações do O Estado de São Paulo, a Política Nacional de Resíduos Sólidos exigirá investimentos de pelo menos R$ 6,1 bilhões nos próximos quatro anos para a implantação e manutenção das iniciativas previstas no plano, como a criação de aterros sanitários. A estimativa é da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre).

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, informa que a partir de 2011 o governo deve investir inicialmente R$ 1,5 bilhão. A verba será repassada para estados, municípios e cooperativas para ações focadas.

Agora a lei voltará ao Legislativo para a regulamentação, definindo itens ainda pendentes, como incentivos financeiros e regras específicas para a logística reversa, que serão estipuladas mediante acordos entre os setores industriais.

fontes: Revista Inove Ambiental e Planeta Sustentável

Amazongreen produz cosméticos com ingredientes da floresta

As essências retiradas da região amazônica de forma sustentável são matérias-primas para a produção de mais de dez perfumes e sabonetes exclusivos.

A empresa apresentou suas linhas de perfumes com nomes das árvores que foram base para os perfumes: Muru, Palmeira, Pitanga, Potapy, Teka e Kotyhu. Também uma linha que traz nos perfumes nomes em tupi-guarani como Kaaty, Tikue, Kamba Kumã e Kamba Kuimba’e. Exóticos, os produtos são preservados naturalmente e não recebem fixador.

A linha de sabonetes também chama atenção pelo perfume único. Possui aromas de guaraná, açaí com argila, melão e pitanga, entre outros. Cada um deles é embalado em folhas secas de pitanga.

Segundo Franscisco Aguiar, diretor da Amazongreen, “o pilar número um da empresa é a extração sustentável”. Os perfumes e cosméticos da Amazongreen são resultado do trabalho de cerca de 40 famílias, de três estados brasileiros, que encontram na extração, no artesanato entre outras atividades, sua fonte de renda.

A Amazongreen possui 2 lojas nos aeroportos de Belém e Manaus, mas não conseguimos encontrar contatos ou website da empresa, quem souber favor avisar-nos.

Pesquisa mostra evolução de práticas sustentáveis nas empresas brasileiras

Durante quase três anos, o ‘Programa Sustentabilidade na Prática – Caminhos & Desafios’, do Santander, realizou seminários e encontros com empresas de vários setores para trocar conhecimento sobre sustentabilidade. Nesse período, o total de participantes chegou a nada menos do que 1.483 organizações. Diante de um universo tão grande e diverso, o banco buscou identificar os resultados e diagnosticar os pontos críticos por meio da aplicação de questionários semestrais. As respostas mostraram que, ao longo do tempo, as empresas se tornaram mais comprometidas com o desenvolvimento sustentável, mais criteriosas em aspectos socioambientais na contratação de fornecedores, mais respeitadoras da diversidade e mais transparentes.
“Trabalhar tão a fundo com um número tão grande de empresas foi uma oportunidade única – quase impensável no mercado – de conhecer o estágio em que se encontra a aplicação da sustentabilidade nos negócios Brasil afora. Para os participantes também foi algo de grande valor, porque eles recebiam relatórios customizados que os ajudavam a conhecer suas próprias deficiências; além disso, tinham a possibilidade de traçar paralelos com outras organizações e transportar a aplicações de soluções sustentáveis para seus próprios negócios”, diz Maria Luiza Pinto, diretora executiva de Desenvolvimento Sustentável do Santander.
A metodologia escolhida previa a utilização do mesmo questionário nos três momentos em que a pesquisa foi realizada – durante o curso, seis meses após o curso e um ano após o curso. Nesse material, as perguntas seguiam oito grandes temas: Interesse em sustentabilidade; Gestão e Governança; Visão, Missão e Valores; Negócios e Clientes; Funcionários; Fornecedores; Meio Ambiente; e Ação Social. Os respondentes avaliavam como nota 5 o conceito “Reflete totalmente a realidade da empresa” e nota 1 “não reflete em nada a realidade da empresa.
Computados todos os dados, o levantamento mostrou que o interesse por sustentabilidade cresceu em todos os andares da pirâmide nas organizações. Na alta gerência, saltou de 65% para 82%; na média gerência, começou em 50% e fechou em 72%; e, entre os funcionários que não são gestores, na primeira pesquisa pulou de 35% para 58%. “Este é um ponto a se comemorar, já que não basta haver comprometimento da alta-direção para que uma empresa adote práticas sustentáveis profundas; é necessário disseminar o conhecimento sobre o assunto e contar com o apoio de toda a organização, o que é uma tarefa bastante desafiadora”, continua a executiva.
O item que teve ascensão mais rápida em todo o levantamento, contudo, foi a inserção da sustentabilidade na Visão, na Missão e nos Valores das empresas. Na primeira pesquisa, 40% declaravam já ter feito essa incorporação. Seis meses depois, eram 61%. E, finalmente, na última aplicação do questionário, salto para 68%. Velocidade parecida na implementação de medidas sustentáveis, aliás, foi verificada dentro de Gestão e Governança. A existência de fóruns para a discussão do assunto, por exemplo, cresceu 127% em um ano, saindo de 16% e indo a 39%.
Já em Negócios e Clientes, os resultados mostraram ritmo acelerados em alguns aspectos e lento em outros. Em relação a produtos e serviços, as premissas apresentadas evidenciaram que o desenvolvimento sustentável estava no radar de um terço das organizações. Doze meses depois, o número já havia dobrado. O desempenho foi menos expressivo nas ações de engajamento de clientes. O patamar começou baixo (21%) e subiu pouco (para 33%).
Se na comunicação com o público externo o avanço não se mostrou tão grande, com relação ao público interno o desempenho foi melhor. O item “Existem treinamentos de sustentabilidade para os funcionários” registrou 18% no início e 41% no final. Destaque também para outro aspecto voltado aos colaboradores: os programas de valorização de diversidade, que antes estavam presentes em apenas 26% das empresas, pularam para 45%.
Como se sabe, o compromisso com a sustentabilidade, para ser completo, não pod ficar restrito a funcionários e consumidores: tem de percorrer toda a cadeia de valor. Isso inclui olhar com cuidado para os fornecedores que uma empresa contrata e desenvolver trabalho de engajamento com eles. A adoção de critérios socioambientais na escolha desses prestadores de serviço ainda não chega à metade do universo de 1.483 empresas, mas mostra crescimento contínuo. Na primeira pesquisa, 19%; na segunda, 34%; e na última, 44%.
A pesquisa também abordou questões relativas ao meio ambiente – e mostrou que nesse campo já há algumas iniciativas relativamente consolidadas. A presença de coleta seletiva, por exemplo, começou em um patamar alto, de 60%, e fechou um pouco acima, em 69%. Os resultados no item “A empresa monitora a redução de seus impactos ambientais com metas específicas”, por sua vez, tiveram desempenho contrário: iniciaram em nível baixo (34%) e cresceram rapidamente (fechando em 51%).
Embora vários temas tenham apresentado resultados positivos, Ação Social foi considerado pelos entrevistados o campo de maior sucesso entre os oito pesquisados. Do total, 75% das empresas já acusam investimento em projetos sociais. Curiosamente, apenas 25% divulgavam suas ações. Agora, já são 47%.
Além de identificar em quais desafios as empresas estão se saindo melhor, a pesquisa ajudou a mostrar quais são os maiores entraves na busca pelo desenvolvimento sustentável. No balanço das pesquisas realizadas entre o segundo semestre de 2008 e o mesmo período de 2009, foram feitas 890 menções de dificuldades percebidas. Agrupadas em 28 itens, as respostas representam uma radiografia das questões que mais dificultam a incorporação da sustentabilidade no mundo corporativo. Os pontos considerados críticos foram o processo de conscientização e mudança de cultura interna, com 13% das menções, o engajamento dos colaboradores, 10%, e a falta de envolvimento da alta direção (9%).
“Esse trabalho continuado de troca de experiências e de auto-conhecimento das empresas permite que uma ajude a outra a implantar soluções sustentáveis inovadoras. Esperamos que os resultados continuem melhorando e que mais empresas participem para poderrm replicar suas novas experiências a outras redes”, conclui Maria Luiza.

Durante quase três anos, o ‘Programa Sustentabilidade na Prática – Caminhos & Desafios’, do Santander, realizou seminários e encontros com empresas de vários setores para trocar conhecimento sobre sustentabilidade. Nesse período, o total de participantes chegou a nada menos do que 1.483 organizações. Diante de um universo tão grande e diverso, o banco buscou identificar os resultados e diagnosticar os pontos críticos por meio da aplicação de questionários semestrais. As respostas mostraram que, ao longo do tempo, as empresas se tornaram mais comprometidas com o desenvolvimento sustentável, mais criteriosas em aspectos socioambientais na contratação de fornecedores, mais respeitadoras da diversidade e mais transparentes.
“Trabalhar tão a fundo com um número tão grande de empresas foi uma oportunidade única – quase impensável no mercado – de conhecer o estágio em que se encontra a aplicação da sustentabilidade nos negócios Brasil afora. Para os participantes também foi algo de grande valor, porque eles recebiam relatórios customizados que os ajudavam a conhecer suas próprias deficiências; além disso, tinham a possibilidade de traçar paralelos com outras organizações e transportar a aplicações de soluções sustentáveis para seus próprios negócios”, diz Maria Luiza Pinto, diretora executiva de Desenvolvimento Sustentável do Santander.
A metodologia escolhida previa a utilização do mesmo questionário nos três momentos em que a pesquisa foi realizada – durante o curso, seis meses após o curso e um ano após o curso. Nesse material, as perguntas seguiam oito grandes temas: Interesse em sustentabilidade; Gestão e Governança; Visão, Missão e Valores; Negócios e Clientes; Funcionários; Fornecedores; Meio Ambiente; e Ação Social. Os respondentes avaliavam como nota 5 o conceito “Reflete totalmente a realidade da empresa” e nota 1 “não reflete em nada a realidade da empresa.
Computados todos os dados, o levantamento mostrou que o interesse por sustentabilidade cresceu em todos os andares da pirâmide nas organizações. Na alta gerência, saltou de 65% para 82%; na média gerência, começou em 50% e fechou em 72%; e, entre os funcionários que não são gestores, na primeira pesquisa pulou de 35% para 58%. “Este é um ponto a se comemorar, já que não basta haver comprometimento da alta-direção para que uma empresa adote práticas sustentáveis profundas; é necessário disseminar o conhecimento sobre o assunto e contar com o apoio de toda a organização, o que é uma tarefa bastante desafiadora”, continua a executiva.
O item que teve ascensão mais rápida em todo o levantamento, contudo, foi a inserção da sustentabilidade na Visão, na Missão e nos Valores das empresas. Na primeira pesquisa, 40% declaravam já ter feito essa incorporação. Seis meses depois, eram 61%. E, finalmente, na última aplicação do questionário, salto para 68%. Velocidade parecida na implementação de medidas sustentáveis, aliás, foi verificada dentro de Gestão e Governança. A existência de fóruns para a discussão do assunto, por exemplo, cresceu 127% em um ano, saindo de 16% e indo a 39%.
Já em Negócios e Clientes, os resultados mostraram ritmo acelerados em alguns aspectos e lento em outros. Em relação a produtos e serviços, as premissas apresentadas evidenciaram que o desenvolvimento sustentável estava no radar de um terço das organizações. Doze meses depois, o número já havia dobrado. O desempenho foi menos expressivo nas ações de engajamento de clientes. O patamar começou baixo (21%) e subiu pouco (para 33%).
Se na comunicação com o público externo o avanço não se mostrou tão grande, com relação ao público interno o desempenho foi melhor. O item “Existem treinamentos de sustentabilidade para os funcionários” registrou 18% no início e 41% no final. Destaque também para outro aspecto voltado aos colaboradores: os programas de valorização de diversidade, que antes estavam presentes em apenas 26% das empresas, pularam para 45%.
Como se sabe, o compromisso com a sustentabilidade, para ser completo, não pod ficar restrito a funcionários e consumidores: tem de percorrer toda a cadeia de valor. Isso inclui olhar com cuidado para os fornecedores que uma empresa contrata e desenvolver trabalho de engajamento com eles. A adoção de critérios socioambientais na escolha desses prestadores de serviço ainda não chega à metade do universo de 1.483 empresas, mas mostra crescimento contínuo. Na primeira pesquisa, 19%; na segunda, 34%; e na última, 44%.
A pesquisa também abordou questões relativas ao meio ambiente – e mostrou que nesse campo já há algumas iniciativas relativamente consolidadas. A presença de coleta seletiva, por exemplo, começou em um patamar alto, de 60%, e fechou um pouco acima, em 69%. Os resultados no item “A empresa monitora a redução de seus impactos ambientais com metas específicas”, por sua vez, tiveram desempenho contrário: iniciaram em nível baixo (34%) e cresceram rapidamente (fechando em 51%).
Embora vários temas tenham apresentado resultados positivos, Ação Social foi considerado pelos entrevistados o campo de maior sucesso entre os oito pesquisados. Do total, 75% das empresas já acusam investimento em projetos sociais. Curiosamente, apenas 25% divulgavam suas ações. Agora, já são 47%.
Além de identificar em quais desafios as empresas estão se saindo melhor, a pesquisa ajudou a mostrar quais são os maiores entraves na busca pelo desenvolvimento sustentável. No balanço das pesquisas realizadas entre o segundo semestre de 2008 e o mesmo período de 2009, foram feitas 890 menções de dificuldades percebidas. Agrupadas em 28 itens, as respostas representam uma radiografia das questões que mais dificultam a incorporação da sustentabilidade no mundo corporativo. Os pontos considerados críticos foram o processo de conscientização e mudança de cultura interna, com 13% das menções, o engajamento dos colaboradores, 10%, e a falta de envolvimento da alta direção (9%).
“Esse trabalho continuado de troca de experiências e de auto-conhecimento das empresas permite que uma ajude a outra a implantar soluções sustentáveis inovadoras. Esperamos que os resultados continuem melhorando e que mais empresas participem para poderrm replicar suas novas experiências a outras redes”, conclui Maria Luiza.

Regiane Tosatti tel: 11 31743553 rtosatti@santander.com.br

Pequenas atitudes grande Rock ‘n’ roll

SWU Music and Arts Festival

Vai combinar música e arte nos dias 9, 10 e 11 de outubro na Fazenda Maeda, em Itu, cerca de 70 km de SP.  O evento ocupará um espaço de arena de 200 mil metros quadrados e pode receber milhares de pessoas ao longo dos seus 3 dias de duração, escolha o dia ou vá nos 3:

09/10/2010
RAGE AGAINST THE MACHINE
LOS HERMANOS
INFECTIOUS GROOVES
THE MARS VOLTA
MUTANTES
BLACK DRAWING CHALKS
MACACO BONG
BROTHERS OF BRAZIL
10/10/2010
KINGS OF LEON
DAVE MATTHEWS BAND
REGINA SPEKTOR
JOSS STONE
SUBLIME WITH ROME
CAPITAL INICIAL
JOTA QUEST
O TEATRO MÁGICO
ILO FERREIRA
11/10/2010
LINKIN PARK
TIËSTO
PIXIES
QUEENS OF THE STONE AGE
INCUBUS
AVENGED SEVENFOLD
CAVALERA CONSPIRACY
YO LA TENGO
RAHZEL
GLORIA
CRASHDIET
ALAIN JOHANNES

Ao longo dos três dias também acontecerá lá um Fórum Sustentável, com especialistas em alguns dos principais temas da sustentabilidade no século 21.

O SWU (Starts With You – Começa Com Você) é um movimento de conscientização em prol da sustentabilidade que tem o intuito de mobilizar o maior número de pessoas para mostrar que, por meio de pequenas ações no seu dia a dia, é possível ajudar a construir um mundo sustentável.

O movimento oferece formas de engajamento por meio do FacebookTwitter e do próprio portal:  www.swu.com.brcom dicas diárias de pequenas mudanças que podemos fazer na nossa rotina. Simples e efetivo.

Luiz Pryzant